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Verão : Como curtir numa boa


Veja medidas simples para proteger a saúde da sua família no Verão :

Muitos brasileiros ficam ansiosos pela chegada do Verão.É uma ótima oportunidade para curtir a praia e a piscina, descansar e até praticar esportes.

Ma para aproveitar com segurança a estação, é preciso tomar cuidados com a saúde. Além das precauções que você deve ter na praia, e saber como prevenir e tratar doenças, é importante jamais descuidar da hidratação e da alimentação. Assim você terá apenas recordações felizes.

Não beba água apenas quando estiver com sede :

O aumento da temperatura pede maior ingestão de líquidos e reposição de vitaminas e sais, já que há um aumento na produção de suor. Evite beber água só quando estiver com sede, já que ela é um sinal de que o corpo está desidratado e, possivelmente, com o funcionamento das células e dos órgãos prejudicados. Sendo assim, capriche nos copos de água, tendo em mente que a quantidade adequada para a boa hidratação do corpo e o bom funcionamento do organismo é de dois litros por dia.

Também é importante aumentar o consumo de frutas, legumes e verduras, ótimas fontes de vitaminas, minerais e fibras alimentares, além de serem de fácil digestão. As mais indicadas são : Abacaxi, melão, melancia, laranja, pêssego, uva e coco verde, em razão do poder de reposição de nutrientes como sódio e potássio.

Fique de olho em chás e sucos. Como alguns sucos são altamente calóricos, modere no açúcar. E em relação aos chás, prefira os mais claros, de ervas, que são mais hidratantes. Passe longe dos refrigerantes, que por serem gasosos e conterem altas doses de açúcar, não têm boa capacidade de hidratação. E evite ao máximo sorvetes cremosos, pois são gordurosos. Prefira picolés de frutas, que têm água em sua composição.

Prefira alimentos de fácil digestão e refrescantes :

Coma mais saladas. Em casa, higienize-as bem e na rua, só as consuma em locais confiáveis. Além disso, evite maionese, queijos cremosos e molhos industrializados, devido ao alto teor de calorias e à quantidade de gorduras que apresentam. Substitua-os por limão, azeite extra virgem e ervas, como manjericão, hortelã e alecrim. Na praia, evite comer produtos perecíveis vendidos por ambulantes, principalmente no final do dia. Eles geralmente apresentam condições higiênico-sanitárias inadequadas e podem se encontrar em má conservação, levando à contaminação por bactérias. Alimentos como pastéis e salgados fritos contêm gordura, sal e carboidratos refinados, que são prejudiciais. Por isso, o ideal é levar de casa frutas de fácil manuseio e pouca manipulação, como banana, pêra, pêssego, ameixa e maçã, em utensílios que conservem a temperatura. Se for levar à praia alimentos que exigem manutenção de temperatura, use bolsas térmicas ou coolers, e não misture os quentes e frios. Biscoitos de polvilho também são uma boa opção. Se precisar comprar algo para beber, escolha o coco verde.

Use protetor solar e fique na sombra :

No Verão, o excesso de sol, o calor e a umidade colaboram para a ocorrência – e também para a piora – de uma série de problemas de saúde. Veja quais são os mais comuns nessa época do ano e como preveni-los. Sempre que necessário, busque auxílio médico.

1- Desidratação :
Em casos extremos, provoca febre, diarréia, vômitos e desmaios. Previna com roupas leves, bebendo líquidos e ficando à sombra. Trate usando soro caseiro ou procure um médico.

2- Insolação :
Provoca desidratação, queimaduras, mal estar, dor de cabeça, tontura, febre e até inconsciência. Fique à sombra, reforce o protetor solar e não ingira álcool.

3- Intoxicação Alimentar :
Provoca diarréia, náuseas, vômitos, febre, dor de cabeça e até desidratação grave. Evite produtos vendidos por ambulantes e verifique a higiene dos restaurantes.

4- Conjuntivite bacteriana :
Os olhos ficam vermelhos e lacrimejantes, com secreção amarelada e fotofobia. Não nade em praias ou piscinas impróprias, e não use colírios sem prescrição médica.

5- Otite :
causada por bactérias e fungos. Não exagere nos banhos de mar ou piscina, e use protetor de ouvido. Não pingue qualquer solução no ouvido sem indicação médica.

6- Queimadura solar :
Pode provocar câncer de pele. Use protetor solar e não se exponha entre 10 e 16 horas. Faça compressas ou use loções específicas. Se a dor for intensa, vá ao médico.

7- Dengue :
Provoca febre alta, dor de cabeça, nos músculos e articulações, perda de apetite, náuseas e manchas vermelhas na pele. Jamais use remédios à base de ácido acetilsalicílico.

8- Herpes :
A exposição à luz solar pode provocar recidivas e o surgimento de lesões. Use protetor solar labial e inicie o tratamento recomendado pelo médico logo aos primeiros sintomas.

9- Brotoeja :
Provocada pela obstrução das glândulas sudoríparas. Evite cremes gordurosos, use roupas de algodão e ventilador ou ar condicionado. Se infeccionar, procure um médico.

10- Bicho geográfico :
Lesões em forma de linhas vermelhas, sinuosas e que coçam. Previna usando chinelos e esteira nas praias frequentadas por animais. Procure o dermatologista para tratar.

11- Hepatite A :
Não há tratamento específico e nem todas as pessoas tem sintomas.Lave bem as mãos, não consuma frutos do mar crus ou mal cozidos e alimentos ou água sem procedência.

12- Micoses :
Não compartilhe objetos pessoais, seque bem a pele, não ande descalço em locais molhados e use roupas íntimas de algodão. Procure o dermatologista para tratar corretamente.

Clique aqui e leia outra matéria neste site sobre os cuidados com sua pele e cabelos no verão.

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Fonte : Revista Proteste Saúde.

Sífilis, A Nova Ameaça

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A Nova Ameaça

O Ministério da Saúde admitiu nesta semana que o Brasil enfrenta uma epidemia de sífilis. Entre junho de 2010 e 2016 foram notificados quase 230 mil casos novos da doença, de acordo com o último boletim epidemiológico do governo.

Três em cada cinco ocorrências (62,1%) estavam no Sudeste e a transmissão de gestantes para bebês é atualmente o principal problema.

A situação foi qualificada como “epidemia” somente agora, mas vem se desenvolvendo há mais tempo.

Em 2015, por exemplo, no país todo, foram notificados 65,878 casos. A maioria desses ocorreu na região Sudeste (56,2%) e afetou pessoas na faixa etária dos 20 aos 39 anos (55%), que se auto-declaram da raça branca (40,1%).

Não há dados majoritários sobre o nível de escolaridade, pois em 36,8% dos casos reportados essa informação não foi preenchida.

Em 2010, a incidência da doença em homens era maior – cerca de 1,8 caso para cada caso entre mulheres. Essa média caiu para 1,5 homem/mulher em 2015. Ou seja, as mulheres são o grupo cuja vulnerabilidade vem aumentando.

Os casos de sífilis congênita, de transmissão da mãe grávida para o bebê, também cresceram expressivamente.

No ano passado, a cada mil bebês nascidos, 6,5 eram portadores de sífilis. Somente cinco anos antes, em 2010, esse número era de 2,4 bebês em cada mil nascimentos. Ou seja, a incidência da sífilis congênita praticamente triplicou em meia década.

A Organização Mundial de Saúde, OMS, estima que cerca de 900 mil grávidas sejam infectadas com a sífilis a cada ano, resultando em 350 mil nascimentos com problemas, segundo dados de 2012.

A tendência de aumento de casos também pode ser observadas em outros países. Na Inglaterra, por exemplo, os novos casos de Doenças Sexualmente Transmissíveis caíram 3% entre 2014 e 2015, mas o total de infecções de sífilis adquirida nesse contexto aumentou 20%.

Igualmente, nos Estados Unidos, os casos aumentaram 19% no mesmo período – entre 2014 e 2015 -, de acordo com o CDC, Centro para Prevenção e Controle de Doenças.

Veja a seguir as principais perguntas e as respostas da médica colaboradora da Organização Mundial de Saúde (OMS), Nemora Barcellos, para entender a doença e a epidemia atual:

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O que é sífilis?

Dra Barcellos – Sífilis é uma doença infecciosa sistêmica, crônica. Ela se manifesta em diferentes estágios. Sem tratamento, apresenta evolução em fases: inicialmente com feridas na pele, pode evoluir para complicações que levam ao óbito, podendo afetar o sistema cárdio-vascular e neurológico. A causadora da doença é a Treponema pallidum, uma bactéria espiralada altamente patogênica. A sífilis é uma infecção muito antiga e recebeu inúmeras denominações ao longo dos séculos.

Quais são as formas de transmissão?

Dra Barcellos – A principal forma de transmissão é o contato sexual. A gestante também, por via hematogênica (pelo sangue), transmite para o feto a bactéria em qualquer fase da gravidez ou em qualquer estágio da doença. A transmissão via transfusão de sangue pode ocorrer, mas atualmente é muito rara, em função do controle do sangue doado.

Quais as formas de prevenção?

Dra Barcellos – A principal forma de prevenção é o uso de preservativos no ato sexual. O tratamento correto e completo também é considerado uma forma eficaz de controle, pois interrompe a cadeia de transmissão. O tratamento de ambos os parceiros é muito importante na prevenção para impedir que ocorra a re-infecção, garantindo que o ciclo seja interrompido.

Em relação à sífilis na gestante e à sífilis congênita, é importante o diagnóstico precoce. É necessário testar todas as mulheres que manifestarem o desejo de engravidar. Um pré-natal qualificado pressupõe como rotina exames para o diagnóstico da sífilis no primeiro trimestre, de preferência já na primeira consulta.

As pessoas devem estar atentas a quais sintomas para suspeitar da doença? E como devem reagir nesse caso?

Dra Barcellos – O primeiro sintoma, o cancro duro, no homem é mais visível. O problema maior é seu desaparecimento espontâneo dando a impressão de que a cura ocorreu sem tratamento. Nas mulheres, por questões anatômicas, não é raro o cancro duro inicial passar desapercebido. O histórico de prática sexual sem uso de preservativos deve ser investigado com seriedade em consultas, seja na atenção básica, seja com especialistas da área de ginecologia ou urologia. A existência de testes rápidos para sífilis facilita muito a investigação.

Quais as principais causas da atual epidemia de sífilis?

Dra Barcellos – O esgotamento do impacto das campanhas de uso de preservativos e da sua ampla disponibilização parece ser um dos fatores do recrudescimento dos casos de sífilis. Por outro lado, a implicação do desabastecimento de penicilina afeta a evolução individual da doença e a possibilidade de cura. A ideia é que muitos fatores estão implicados no presente crescimento dos casos. Corroborando essa ideia vale ressaltar que o crescimento da epidemia se iniciou antes de se tornar visível e importante a falta do medicamento.

Por que a sífilis congênita é o maior problema agora?

Dra Barcellos – A sífilis congênita, passada de mãe para filho, dependendo da intensidade da carga bacteriana, pode resultar em aborto, natimorto ou óbito neonatal. A doença também pode ficar disfarçada e causar o nascimento prematuro de bebês com baixo peso, com outros sintomas como coriza mista de sangue e ranho, sinais e sintomas ósseos, inchaço do fígado e do baço, pneumonia, edemas, fissuras nos orifícios, entre outros males, que podem resultar na morte da criança. Mas o tratamento, quando adequado e precoce, oferece uma excelente resposta.

Os casos de sífilis congênita representam um indicador perverso das lacunas ainda existentes no sistema de saúde vigente, incapaz de identificar mulheres mais vulneráveis e oferecer-lhes acesso e qualidade no cuidado pré-natal.

Como a doença se desenvolve?

Dra Barcellos – Na população em geral, a sífilis apresenta diferentes formas de manifestação, de acordo com o período de evolução da doença:

1) Sífilis Adquirida Recente:
Sífilis primária – apresenta lesão genital inicial denominada cancro duro, uma espécie de ferida rígida, com inflamação periférica, que costuma desaparecer espontaneamente em cerca de 4 semanas. O período de incubação médio é de 21 dias;

Sífilis secundária – manifestações da disseminação da bactéria no organismo, o que ocorre após 4 a 8 semanas do desaparecimento da primeira ferida. Aparecem então lesões de cor rosada eruptiva, parecidas com o sarampo, mas que não coçam. Essa é a manifestação mais precoce da sífilis secundária. Outras lesões podem surgir posteriormente, como manchas e feridas nas palmas das mãos e dos pés, na boca, inchaço dos nódulos linfáticos e glândulas, queda de cabelo em formato de “clareira” e condilomas planos; que são erupções na região genital-anal.

A Sífilis Latente Precoce é silenciosa, não apresenta manifestações clínicas e só a sorologia pode dar o diagnóstico.

2) Sífilis Adquirida Tardia:

A Sífilis Adquirida Tardia inclui a Sífilis Latente Tardia e ocorre se os portadores da infecção não foram foram adequadamente tratados ou diagnosticados. O período que a doença permanece no organismo sem se manifestar é variável.

As formas de apresentação desta fase da doença, também conhecida como Sífilis Terciária, ocorrem em períodos que vão de 2 a 40 anos e são:
Sífilis tardia cutânea – lesões na pele em forma de gomos e nódulos altamente destrutivas; Sífilis óssea; Sífilis cardiovascular – aortite sifilítica, principalmente, determinando insuficiência cardíaca; Sífilis do sistema nervoso.

Como é o tratamento?

Dra Barcellos – A penicilina G é a droga preferencial para o tratamento da sífilis em todos os estágios da doença. O tipo do antibiótico (benzatina ou cristalina), a via (se por soro ou injeção) e a dosagem dependem das manifestações clínicas e da presença ou não de co-infecção pelo HIV, vírus da Aids. A sífilis terciária necessita um período maior de tratamento. A efetividade da penicilina no tratamento da sífilis está muito bem estabelecida e baseada na experiência clínica de muitas décadas, em estudos observacionais e em ensaios clínicos.

Os casos de sífilis congênita devem ser tratados com penicilina G cristalina e o acompanhamento da criança também está condicionado à adequação do tratamento da mãe. Portadores de alergia à penicilina podem se beneficiar de dessensibilização controlada.

A falta de penicilina foi um fator preponderante?

Dra Barcellos – O desabastecimento de penicilina, embora mais sentido no Brasil, em função do aumento do número de casos e da maior necessidade de medicamentos, não é uma exclusividade brasileira. Ele foi também sentido nos Estados Unidos e Canadá. A gravidade é que o quadro de desabastecimento não parece representar um problema pontual ou temporário.

A penicilina benzatina é um produto barato, para populações na maioria das vezes marginalizadas e que provavelmente confere um lucro baixo aos fabricantes. O desinteresse das empresas farmacêuticas na produção dessa substância se alinha ao desinteresse na produção de pesquisa e de novas drogas para outras doenças, também características de países em desenvolvimento, conhecidas como doenças negligenciadas, na sua maioria infecciosas.

Como é a situação da indústria farmacêutica no Brasil?

Dra Barcellos – No Brasil, a indústria farmacêutica não realiza a síntese das substâncias, ela adquire o princípio ativo e faz o produto final, dependendo, para tanto, de fornecedores internacionais como a Índia e a China. Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a Eurofarma, e outras três empresas possuem o registro para produzir a penicilina benzatina.

Aparentemente, o que ocorreu foi uma redução de fornecedores mundiais da penicilina nos últimos anos e a necessidade de buscar outras opções. O Ministério da Saúde tem se manifestado explicando que o problema é resultado da escassez mundial no suprimento de matéria-prima acrescido de problemas pontuais da qualidade da penicilina produzida.

Você acredita que poderia ter ocorrido uma asfixia intencional da oferta de penicilina por parte das farmacêuticas para elevar o preço?

Dra Barcellos – Creio que os motivos são múltiplos e esse seria um deles a compor com as questões que já mencionei.

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Fontes: Organização Mundial de Saúde, BBC Brasil e Internet.

Verão : Prepare seu cabelo e sua pele para esta estação

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Como evitar os problemas comuns do verão :

Na maioria dos casos, quando a preocupação aparece, é tarde demais. Cabelo e pele já foram agredidos pela exposição desprotegida ao sol forte, à água salgada, à areia e ao cloro. Os consultórios dos dermatologistas ficam lotados de pacientes em busca de soluções para problemas que poderiam ter sido evitados caso houvesse uma preparação prévia para a estação. Cabelos sem vida, manchas na pele, acne e pele áspera demais são as queixas mais comuns. Para evitar que estes e outros inconvenientes atrapalhem suas férias, veja o check-up da beleza que os especialistas recomendam.

Perda da vitalidade do cabelo

Cabelos embaraçados, sem brilho e ressecados são comuns quando os banhos de mar e de piscina repetem-se diariamente. Antes de chegar o verão, acostume-se a usar um leave-in com filtro solar, ele vai formar uma película nos fios e protege-los do sol, do sal e do vento. Repita o procedimento sempre que molhar o cabelo, não importa se eles forem secar naturalmente ou com secador. Se você não tiver progressiva, o uso semanal de um xampu antirresíduos garante a remoção de restos de cloro e sal no couro cabeludo. Durante o verão, uma ducha logo após sair da água do mar ou da piscina evita o acúmulo de sal e cloro nos fios.

Manchas

As manchas na pele encabeçam a lista de reclamações pós-verão. Para evita-las, a solução é simples, mas precisa ser adotada com rigor: uso de protetor solar a cada duas horas enquanto houver exposição aos raios solares – o cuidado precisa fazer parte do seu dia a dia. O protetor solar não só evita o aparecimento de novas manchas como impede manchas clarinhas e sardas de escurecerem. A aplicação deve ser feita cerca de 30 minutos antes de sair ao sol. E passe longe do sol entre as 10 e 16 horas, além de se proteger com bonés, chapéus e óculos no momento que se estiver tomando sol. As machas escuras causadas pelo limão e outras frutas ácidas são chamadas de fitofotodermatose . Não deixe que essas frutas entrem em contato com sua pele se estiver tomando sol e, caso aconteça, lave imediatamente com água e sabonete.

Micoses

As micoses são doenças oportunistas e prejudicam ainda mais quem está com a imunidade baixa, por isso não descuide da alimentação, incluindo frutas, verduras e legumes nas refeições – esses alimentos são fontes de muitas vitaminas e fortalecem as defesas naturais do organismo. Quando chegar o verão, complete os cuidados evitando permanecer com roupas úmidas ou molhadas no corpo (a regra vale para a sunga e para o biquíni) o que contribui para que as micoses apareçam. Sempre seque o corpo muito bem, principalmente, as dobrinhas (a exemplo da virilha e dos dedos dos pés).

Acne e aumento da oleosidade

Durante o verão, a pele fica naturalmente mais oleosa, facilitando o aparecimento de acne. Por isso, não deixe de higienizar, tonificar e hidratar a pele do rosto com cosméticos específicos antes da chegada da estação, isso evita o acúmulo de células mortas e de substâncias que podem entupir os poros. Os poros se fecham com o suor e há aumento da oleosidade para proteger a pele contra as queimaduras do sol. Só o uso de um bloqueador solar certo pode prevenir o aparecimento de acne. Escolha uma opção própria para o seu tipo de pele e aplicação destinada ao rosto, uma região mais sensível ao surgimento de acne.

Pele seca e áspera

Enquanto tem gente que reclama da oleosidade, há quem sofra com a pele seca e áspera demais. Nesses casos, não dá para esperar o verão, quando o problema vai se agravar ainda mais. O segredo está em hidratar sempre a pele, pelo menos duas vezes ao dia, de manhã e, principalmente, à noite. Antes de dormir a hidratação deve ser uma regra para pessoas com pele ressecada, porque é nesse momento que acontece a produção de colágeno e elastina (substâncias que renovam e firmam os tecidos).

Pelos encravados

Os pelos encravam mais durante o verão porque, normalmente, você não tem paciência para deixar que eles cresçam antes da próxima depilação. Para evitar isso, a melhor dica é fazer esfoliações semanais nas regiões do corpo onde o problema aparece. Use cremes ou sabonetes próprios e faça movimentos suaves com uma bucha vegetal para desobstruir os poros e evitar que os pelos encravem no futuro.

Lábios rachados

Nem precisa ir à praia, bastam o sol e o ar condicionado para ressecar os lábios de muita gente. O segredo para que isso não aconteça envolve dois cuidados muito simples: tomar bastante água ao longo do dia, mantendo o corpo hidratado, e usar um batom com ação hidratante. A manteiga de cacau, no caso dos homens, serve como alternativa – só não vale ficar lambendo os lábios, porque a saliva piora ainda mais o ressecamento.

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Fonte : Site Minha Vida ( www.minhavida.com.br )

Alimentação que emagrece

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Inspire-se na alimentação saudável de diversos países para perder peso :

Os franceses, japoneses, ingleses, povos nórdicos e mediterrâneos e até mesmo os brasileiros, possuem hábitos alimentares que ajudam no emagrecimento. Na França é frequente dedicar um tempo para as alimentação, enquanto na Inglaterra ninguém fica de jejum com o chá da tarde.

No mediterrâneo o consumo de gorduras boas torna as refeições mais saudáveis e gostosas e no Japão a população ingere alimentos inusitados para os ocidentais, mas proporcionam benefícios que vão desde maior biodisponibilidade ao combate e prevenção de alguns canceres. Saiba mais sobre esses hábitos e entenda por que eles auxiliam na perda de peso.

França: tempo para as refeições

Os franceses dedicam tempo para se alimentar. Isto ajuda no emagrecimento, pois permite que o cérebro envie a mensagem ao estômago de que você está ficando saciado. Este processo leva em média 20 minutos, mas muitas pessoas comem em 10 e acabam repetindo o prato.

Com maior tempo para se alimentar, os franceses também cozinham as próprias refeições. Assim, eles têm consciência do que é colocado na preparação. Os restaurantes geralmente têm como base agradar o paladar do cliente e nesse sentido colocam um pouco mais de gordura, sal e açúcar nos pratos.

França: não fazer estoque de comida

Os franceses não têm o hábito de deixar grandes quantidades de alimentos em casa e isto é importante para quem quer emagrecer. Primeiro porque se aquela bolacha, barra de chocolate ou outra comida calórica não estiver disponível, a possibilidade de ingeri-la quando bater a fome é menor.

Estocar muitos alimentos também pode prejudicar a qualidade deles. Caso fique guardado por um longo período, a comida, mesmo se for um cereal, pode estragar, mudar o sabor ou diminuir a quantidade de nutrientes. Ao não fazer estoque, os franceses também compram mais alimentos frescos.

Japão: alimentos inusitados e saudáveis

Os japoneses frequentemente ingerem alimentos saudáveis que não são tão comuns para a dieta dos brasileiros. Entre eles estão as algas, os cogumelos e a soja fermentada. O primeiro item é rico em: ferro; cálcio, responsável pela formação e manutenção dos ossos; selênio, que tem ação antioxidante; e iodo, que ajuda no funcionamento da tireoide. Os cogumelos são ricos em fibras, que ajudam no trânsito intestinal, possuem boa quantidade de proteínas e contam com beta-glucanas, que ajudam no combate ao câncer.

A soja fermentada, utilizada para elaborar o missô e o tofu, também é interessante para a dieta. Isto porque o alimento passa por um processo que torna seus nutrientes mais fáceis de serem digeridos no organismo.

Inglaterra: lanches entre as refeições

O famoso hábito inglês do chá da tarde é ótimo para dieta. Comer entre as principais refeições irá manter seu metabolismo ativo. Além disso, a glicose é liberada aos poucos, o que gera saciedade e evita o risco de ingerir o que não deveria. O jejum prolongado faz com que o corpo interprete que há o risco de passar fome, então passa a reter mais gorduras.

Ao comer várias vezes durante o dia, as porções ficam menores. O quanto ingerir de cada alimento é o que faz diferença na dieta. Não pode banir tudo do cardápio, a palavra chave da alimentação é o equilíbrio, você pode comer batata frita, desde que seja uma pequena quantidade e não ocorra diariamente.

Brasil: comer mais frutas

Devido ao nosso clima, os brasileiros possuem abundância de frutas. Elas são ricas em vitaminas e sais minerais. As frutas amarelas possuem boas quantidades de carotenoides, que tem ação antioxidante. Maçã e banana são as mais consumidas pelos brasileiros. A primeira possui a pectina, que tem um efeito antioxidante e ajuda na circulação sanguínea, já a última possui o triptofano, que proporciona a sensação de bem estar e prazer.

Mas variar nas frutas consumidas faz toda a diferença para a sua saúde. Inclua no cardápio alimentos como a manga, que é rica em vitamina A, importante para a visão, pele e cabelo; o abacate, que possui a glutationa que ajuda o fígado; a melancia, que conta com a arginina que auxilia a circulação.

A tangerina é rica em vitamina C que previne e atenua os sintomas da gripe. A goiaba conta com o licopeno que ajuda na prevenção de alguns canceres e o coco, que tem uma gordura chamada triglicerídio de cadeia média que não fica acumulada no corpo. Todas essas são outras ótimas opções para variar nas frutas. A recomendação é comer entre três e quatro porções ao dia.

Índia: temperos saudáveis

Na Índia o consumo de pimentas é frequente e isto ajuda no emagrecimento. Trata-se de um alimento termogênico, ele incrementa o gasto metabólico em torno de 10% . Outros temperos consumidos pelos indianos também têm ação antioxidante e anti-inflamatória, são eles: açafrão, curry, cominho e cúrcuma.

A cúrcuma possui propriedades anti-inflamatórias significativas. O tempero auxilia o organismo como um todo, porém ajuda especialmente no combate da artrite porque possui a curculina, poderoso anti-inflamatório que auxilia no combate da doença que é uma inflamação das articulações.

Países Mediterrâneos: gorduras boas

A dieta dos povos mediterrâneos, os gregos, italianos e espanhóis, é rica em gorduras boas presentes no azeite e oleaginosas. O azeite possui boas quantidade de gorduras monoinsaturadas que ajudam a regular o colesterol, ele ainda conta com substâncias antioxidantes que inibem a síntese do colesterol ruim, LDL, e previnem danos cerebrais. O azeite também possui um efeito anti-inflamatório que alivia dores e previne e combate a diabetes.

As oleaginosas, como nozes, amêndoas ou castanhas, também são fontes de gorduras monoinsaturadas que assim como o azeite contribuem para reduzir o colesterol e evitam problemas cardíacos.

Países Nórdicos: frutas vermelhas

Nos países nórdicos, como a Noruega, Suécia, Finlândia e Dinamarca, o consumo de frutas vermelhas é grande. Entre elas estão o morango, a amora, o cranberrry e o blueberry (mirtilo). Estas frutas são ricas em antioxidantes por possuírem flavonoides que previnem doenças degenerativas, câncer e o envelhecimento das células.

As frutas também contam com antocianina. Ela tem um forte efeito antioxidante que diminui a agressão dos radicais livres, melhora a circulação sanguínea e diminui a retenção de líquidos. É a antocianina que dá o pigmento da fruta, portanto quanto mais escura for, maior a concentração do nutriente. A jabuticaba, desde que ingerida com casca, a framboesa, a uva roxa e o açaí também proporcionam os benefícios mencionados.

Países Nórdicos: peixes de águas frias e profundas

Nos países nórdicos há grande consumo de peixes e aqueles mais ingeridos são os de águas frias e profundas. Isto é interessante porque ao viverem em um local frio estes peixes tem tendência a acumular gorduras monoinsaturadas e poli-insaturadas. O ômega 3 é uma das gorduras poli-insaturadas presentes. Um dos seus principais benefícios é o controle do colesterol, pois ele diminui os níveis do LDL, colesterol ruim que em excesso pode causar problemas para a saúde.

O ômega 3 também é benéfico para o cérebro porque uma de suas funções é contribuir para a formação da bainha de mielina, um dos componentes dos neurônios. Alguns peixes ricos em ômega 3 são o salmão, sardinha e arenque.

Estados Unidos: proteínas no café da manhã

Apesar da dieta americana normalmente ser um exemplo de uma alimentação errada, o hábito de comer ovos no café da manhã é muito bom. O ovo é uma fonte de proteína importante e proporciona saciedade ao longo do dia. Além disso, possui a colina substância que irá auxiliar na memória e concentração. Opte por ingerir o ovo cozido ou mexido e a quantidade diária recomendada é um por dia. Não faça como os americanos e inclua o bacon no seu prato, em vez disso, combine o ovo com um pão integral.

América Latina: ingerir grãos

Na América Latina é comum ingerir grãos como o feijão, arroz, milho e lentilha. Estes alimentos são interessantes por serem ricos em fibras, que auxiliam no trânsito intestinal, magnésio, importante para o trabalho muscular, e ferro, que compõe a hemoglobina e no transporte de oxigênio para todas as células do corpo. Os grãos ajudam no emagrecimento por terem boas quantidades de fibras que proporcionam saciedade.

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Fonte : Site Minha Vida ( www.minhavida.com.br )

Você sabe o que é Síndrome Metabólica?

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Definição :

O termo síndrome metabólica é, atualmente, muito utilizado, entretanto, poucas pessoas sabem o que ele significa. É uma doença que envolve vários fatores de risco metabólicos que estão associados com o aumento de risco de diabetes tipo II, eventos cardiovasculares (enfarte, derrame cerebral etc.), assim como a mortalidade por doenças cardiovasculares e outras causas.

Considerada uma doença da civilização moderna associada à obesidade e resultado de alimentação inadequada e do sedentarismo, a Síndrome Metabólica (SM) – ou plurimetabólica – é caracterizada pela associação de fatores de risco para as doenças cardiovasculares (ataques cardíacos e derrames cerebrais), vasculares periféricas e diabetes. Ela tem como base a resistência à ação da insulina, que obriga o pâncreas a produzir mais hormônio.

Como ela surge?

Esta síndrome vem se tornando cada vez mais comum e chega a acometer cerca de um quarto da população dos Estados Unidos e Europa. Na grande maioria das vezes ela se inicia na idade adulta ou na meia-idade e a sua frequência aumenta com o envelhecimento. O número de pessoas acometidas aos 50 anos é o dobro de casos que acontecem com 30 ou 40 anos.

Sua alta frequência, aliada às suas graves consequências para a saúde, demonstra a importância da compreensão dos fatores que a provocam. Isso poderá auxiliar a adotar melhores estratégias para preveni-la.

A Federação Internacional de Diabetes definiu que são portadores de síndrome metabólica os indivíduos que tiverem circunferência abdominal maior que 102 cm nos homens e que 88 cm nas mulheres- e mais dois de qualquer dos quatro fatores de risco abaixo:

1. Hipertensão arterial: pressão arterial sistólica maior que 130 e diastólica maior que 85 mm de Hg.

2. Níveis de triglicérides altos no sangue – maior ou igual a150 mg/dL.

3. Níveis de HDL colesterol (bom colesterol) baixos no sangue: menor ou igual a 40 mg/dL no homem ou menor ou igual a 50 mg/dL na mulher

4. Níveis de glicose aumentados no plasma após jejum de 12 horas: maior ou igual a 100 md/dL.

Quem tem síndrome metabólica ?

Várias pessoas são portadoras da síndrome metabólica sem sequer suspeitar disso, uma vez que essas alterações são, em geral, assintomáticas. Em primeiro lugar é preciso que os pacientes com obesidade central procurem o médico para fazer o diagnóstico. Em segundo, que a pessoa saiba que os riscos para sua saúde são altos e que deverá mudar seus estilos de vida.

Se considerarmos que a saúde é um dos maiores bens do ser humano, podemos dizer que essa é uma das doenças que pode, realmente, colocar em risco este precioso bem. Assim, essa síndrome é, geralmente, silenciosa e pode causar vários problemas, inclusive o aumento de risco de morte.

Um recente estudo, que avaliou os resultados de várias outras pesquisas, mostrou que os hábitos de vida sedentários podem ser um fator de risco independente dos demais, para o estabelecimento da síndrome metabólica.

Precisamos esclarecer o que é hábito de vida sedentário. Ao contrário do que muitas pessoas pensam, o sedentarismo não significa apenas deixar os exercícios e o esporte de lado. O comportamento sedentário pode ser definido como a realização de atividades que consomem de 1,0 a 1,5 unidades do equivalente metabólico da tarefa (METs). Essa medida é usada para estimar o gasto de uma determinada atividade física em relação ao gasto do organismo em estado de repouso. Na prática, o comportamento sedentário pode ser mais bem definido pela quantidade de “tempo sentado” do que pelos níveis de atividade física. Estudos demonstraram que as pessoas com esse hábito podem gastar mais do que a metade do seu tempo acordado em atividades sedentárias. Dessa forma, o comportamento sedentário inclui o tempo gasto sentado, deitado descasando, assistindo TV, no computador, de trabalho sentado etc.

Tratamento :

O tratamento da síndrome metabólica necessita de uma boa dose de determinação para as mudanças de estilo de vida com o intuito de obter redução de peso. Inclui-se a realização de dieta hipocalórica balanceada, incremento de atividades físicas, mudanças comportamentais e, inclusive o auxílio de medicamentos quando essas medidas não são suficientes. Podem ser necessários medicamentos para tratar a obesidade, o colesterol, os triglicérides e o diabetes mellitus.

A novidade é que, além das recomendações básicas (dieta, perda de peso, evitar o cigarro e bebidas alcoólicas e consultar regularmente o seu médico), a diminuição do hábito de vida sedentário, definido como quantidade de tempo sentado, pode contribuir, também, para melhorar a síndrome metabólica. Isso quer dizer que aumentar as atividades cotidianas já ajuda muito! Algumas dicas – respeitando as limitações de cada indivíduo – podem ser úteis: aproveite para levar o cachorro para passear, subir escadas, fazer pequenos reparos em casa, lavar a louça, assim como procurar ir a pé aos lugares próximos.

Clique aqui e leia mais uma matéria neste site sobre como melhorar seus hábitos alimentares.

Fonte : Site Minha Vida ( www.minhavida.com.br )

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