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Como funcionam os medicamentos para impotência

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Descubra como eles agem e quais os riscos do uso inadequado

Parte de uma mesma família de drogas, os medicamentos orais para tratamento da impotência, também chamada de disfunção erétil, contam com um mecanismo similar de ação: inibir a enzima fosfodiesterase tipo 5, liberada normalmente após uma relação sexual para que aconteça a perda da ereção, e promover relaxamento dos corpos cavernosos do pênis, facilitando a volta ao estado de flacidez. A teoria é até simples. A prática é outra história. Afinal, eles já devem ser usados após o primeiro episódio em que o homem “falhou”? É dispensável consultar um médico antes, já que eles podem ser adquiridos sem receita? Usá-los desde jovem pode prevenir futuros problemas? Veja a seguir algumas perguntas e respostas :

Medicamentos orais para disfunção erétil são indicados, principalmente, para problemas de ereção de qual origem ?

Medicações orais costumam ser a primeira opção de tratamento para disfunção erétil e são indicadas, principalmente, para casos em que a origem do problema é vascular. Entretanto, quando o paciente é vítima de lesões neurológicas e circulatórias mais severas, pode ser necessário investir em outra linha de tratamento.

Qual o risco de usar medicamentos para disfunção erétil sem antes consultar um médico?

Apesar do tratamento com drogas inibidoras da fosfodiesterase tipo 5 ser altamente seguro, ele não está isento de efeitos colaterais e só um médico saberá prever se a medicação irá expor o paciente a algum perigo. Sua interação com medicamentos vasodilatadores das artérias coronárias, por exemplo, pode levar a uma importante queda da pressão arterial. Por isso, após alguns episódios de perda de ereção, tome como primeira providência consultar um médico.

Qual a idade mínima para começar a fazer uso de medicamentos orais para disfunção erétil?

Não há idade mínima para uso de medicamentos orais para disfunção erétil, uma vez que problemas de ereção podem atingir homens em qualquer fase da vida. Percebendo o problema, portanto, o indivíduo deve procurar um especialista o mais cedo possível e seguir sua recomendação. Vale lembrar, entretanto, que a disfunção costuma ser mais comum após a quarta década da vida, atingindo quase 50% dos brasileiros com idades entre 40 e 80 anos.

Por que é importante respeitar a dosagem máxima recomendada por cada tipo de medicamento?

A dosagem máxima recomendada de um medicamento é estabelecida após inúmeros estudos que mostram a dosagem mínima necessária para obter o benefício máximo. Ultrapassar esse limite aumenta o risco de efeitos colaterais que, no caso dos medicamentos para disfunção erétil, são dor de cabeça, rubor facial e dores musculares.

Um medicamento para disfunção erétil com ação de oito horas significa que o homem terá uma ereção de oito horas ?

O tempo de ação dos medicamentos para tratamento da disfunção erétil não indica o período total durante o qual o homem ficará com o pênis ereto. Significa apenas que durante aquele período ele conseguirá ter uma ereção caso seja estimulado sexualmente. Em geral, os medicamentos devem ser tomados de estômago não muito vazio e duas horas antes da relação sexual.

Medicamentos para disfunção erétil podem causar dependência?

Medicamentos para tratamento da disfunção erétil não causam dependência física. Existe, entretanto, a possibilidade da ocorrência de uma espécie de dependência psicológica, principalmente em jovens. Imaginando que não serão capazes de ter uma ereção sem o medicamento, eles acabam ficando ansiosos e, por conta disso, não conseguirão um bom desempenho.

Medicamentos para disfunção erétil aumentam o desejo sexual?

Medicações para tratamento da disfunção erétil não mexem com a libido. Perder o medo de “falhar”, entretanto, pode dar mais confiança ao paciente, fazendo com que ele sinta mais prazer nas relações.

O uso de medicamentos para disfunção erétil por quem não apresenta qualquer problema de ereção pode desencadear problemas ?

O uso recreativo de medicamentos para disfunção erétil não envolve grandes consequências à saúde, pois eles são extremamente seguros. O hábito, entretanto, pode comprometer o indivíduo psicologicamente. Acostumado a ter ereções com o medicamento, ele pode se sentir inseguro sem seu suporte. Além disso, ele se expõe a possibilidade de ter efeitos colaterais evitáveis decorrentes do uso do medicamento.

Conclusão :

Perder a ereção é motivo de grande preocupação para a maior parte dos homens, mas, mesmo quando o problema se torna constante, são poucos os que buscam ajuda médica.

A disfunção erétil afeta entre 15 e 25% dos homens com 65 anos e 5% dos homens com 40 anos. As principais causas do problema incluem condições do fluxo sanguíneo, uso de determinados medicamentos, doenças e questões psicológicas, como ansiedade e depressão. Além disso, estudos já mostraram a disfunção erétil como fator de risco para doenças cardíacas.

Se você está tendo problemas de ereção, deixe o preconceito de lado e busque ajuda médica. Existe solução.

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Fonte : Internet

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